sexta-feira, 27 de abril de 2007

Sexualidade

Sexualidade é despertada desde o momento da percepção instintiva do próprio sexo. Inicialmente instintiva, ela se transmuta para paixão, desejo até atingir a totalidade do erotismo, considerado como no contexto grego de Eros.
Por muito tempo a mídia tornou a imagem do "erótico" uma "coisificação" , ou seja, distante do significado grego do deus Eros como Amor e Vida.
Sexualidade é busca, é cumplicidade, é totalidade.
Nessa perspectiva se descobre o próprio corpo como êxtase e limite, porém, em condicionamento também com o prazer da pessoa com a qual se relaciona.
Tornar-se objeto ou tratar o outro como objeto não é sexualidade nem erotismo, é apenas falta de amor à si ou prazer egoísta.
Sexualidade é integração distante da Permissividade (onde tudo é permitido, inclusive o desrespeito) .
O corpo pode se desenvolver rápido da infância à puberdade mas o intelecto exige tempo...experiências, convívio...Assim, corpo e intelecto nem sempre se sintonizam.
Seria muito mais simples se entendessemos que o "Todo" (mente/corpo) que somos sempre, no íntimo, sabe a hora certa para tudo..É preciso sempre ouvir essa própria voz que temos.

Psicologia: Jairo Bouer

Sexualidade na adolescência
Vale a pena saber mais de:

Jairo BouerMédico, psiquiatra formado pela Faculdade de Medicina e pelo Instituto de Psiquiatria da USP, Jairo Bouer iniciou seu trabalho sobre sexualidade humana no Prosex (Projeto Sexualidade). Colaborador da Folha de S.Paulo desde 1993, manteve inicialmente uma página sobre saúde no caderno Cotidiano e, no final do mesmo ano, assumiu coluna no Folhateen, em que responde a dúvidas de leitores sobre sexualidade - matéria-prima deste livro. Após passagem pela TV Cultura, estreou na MTV em 1999, com o programa Erótica. Na emissora, desenvolveu ainda os programas 20 e Poucos Anos, Todo Mundo e o atual Peep MTV. Bouer também é responsável pelo programa Sexo Oral, na rádio 89 FM, e pelo site Caliente (www.caliente.com.br). "Sexo & Cia." é seu segundo livro; em 2001 lançou, em parceria com o jornalista Marcelo Duarte, "O Guia dos Curiosos - Sexo" (Cia. das Letras).

Religiões...

Num cemitério da cidade de São Paulo, ocorre a seguinte cena:

Um brasileiro carregando um vaso de flores brancas vê um chinês carregando um prato de porcelana cheio de arroz...
O brasileiro se choca com a cena, não resiste à si mesmo e pergunta sarcasticamente ao chinês:

- Ei vc! Acredita mesmo que seus mortos comerão todo esse arroz?

O chinês utilizando de sua sabedoria milenar (mas um pouco sem paciência) , responde:

- Talvez sim....No dia em que seus mortos se levantarem dos túmulos para cheirar essas belas flores...



Como anda sua tolerância?

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Freedom!

Parece que o sec. XVIII configura-se como o período da ousadia e da coragem, onde a humanidade ousa enfrentar seus carcereiros.
Revolução Francesa
é o nome dado ao conjunto de acontecimentos que, entre 5 de Maio de 1789 e 9 de Novembro de 1799.
1789 passa para a história como o ano da Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Período em que filósofos planejam a realização oficial de um sonho antigo.
Revolução Americana, 1776: Colônias inglesas decidem lutar pela independência, um espírito nacionalista surge. No filme "O patriota", não houve quem não se emocionasse com o levantar de uma nova bandeira, o nascer de um novo Estado que se porta com orgulho frente ao seu desafio maior, ser independente!.
Revolução Mineira, 1788 (sendo Tiradentes executado em 1792) . A Inconfidência traz como lema: "Libertas quae sera tamen"e por ela valeria a própria morte.

Foram muitos os que escolheram a luta do que a vida em cativeiro. Tb poderíamos citar Zumbi dos Palmares ou Michael Collins da Irlanda.
Homem é bicho que só é melhor ou feliz se está em liberdade e se puder ter escolhas.
"Estamos condenados à sermos livres?" (Sartre) provavelmente sim, pois o tempo todo podemos adotar uma escolha. Liberdade é a nossa necessidade maior, mais que a fome ou o desejo sexual.
Mas não só o núcleo de nossas escolhas nos são próprios quanto a consciência de suas consequências que devemos assumir. O assumir as consequências de nossas escolhas nos torna sujeitos incondicionais.
Nem França, nem EUA e nem Brasil se tornaram livres exatamente com as revoluções de independência, ao contrário, França teve o período de Terror com Robespierre, EUA teve a Ku-klus-Klan e o Brasil teve o FMI a posteriori. No entanto, sempre existiu um processo de libertação e de opção, e é este fato permanente que torna liberdade não uma quimera mas um fato na realidade humana.