domingo, 22 de fevereiro de 2009

Explique...



- Você sabe de quem é essa obra?
- Já pesquisou sobre o Surrealismo?
- A tela expressa o quê?
- Tem idéia de como foi produzida a perspectiva dessa tela?

Uma dica: O título da tela é "Cristo de São João da Cruz", foi produzida em 1951 e seu autor não era Cristão.





Próxima atualização do blog será em 01/03



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Paidéia

A opinião que venho formando sobre a escola, se dia for colocada em prática acho que diminui o emprego de vários professores, inclusive o meu. Porém, é o “todo” que importa e não o imediato paliativo de estarmos empregados nessa estrutura, ao meu ver, anacrônica. Porém, é importante ressaltar que em políticas educacionais de vários Estados, o problema já foi detectado e existem esforços de mudanças.
Nosso sistema educacional é o legado do sistema cartesiano de ensino. Lógica sistemática e “decoreba”, praticamente do jeito q era na década de 60 é o que ensinamos..E eu falo do que percebo de escolas públicas e privadas.
É um stress só porque brigamos o tempo todo com alunos crianças e adolescentes que não querem prestar atenção nas aulas, ao contrário, querem ficar nos corredores da escola, quando não a depedram.
Para muitos, o aluno ainda é “a-luno” (do grego, sem luz) ..embora o conceito que mantemos é dito como pedagogicamente “novo” e “criativo”..Porém, na prática tudo permanece com os mesmos resultados, salvo algumas variações...
Não aceitamos que o aluno saiba, em alguns casos, mais do que os professores. Parece que ele ainda é uma “tabula rasa”..
Existe a obrigatoriedade do ensino, o que era para ser consciência cultural de uma nação, por ex. ninguém nos obriga a escovar os dentes, porém fazemos todos os dias, porque é saudável e higiênico. Sabemos que nossos dentes podem ter bactérias e até cair se não forem limpos corretamente..
Quando o aluno é obrigado a vir para a escola e permanecer nela por mais de quatro horas. No entanto, estudos indicam que o cérebro humano tem capacidade de assimilação limitada num mesmo dia...e mais, ele só gravará o que der prazer ao corpo e à sua rotina (leiam Alexander Lowen). Depois, em sala, ele lerá sobre Isótopos e Isóbaros e se questionará como irá usar isso em seu dia-a-dia (e isso já é uma discussão antiga)..Com os movimentos tolhidos, ele conta ansioso no relógio, quanto falta para a hora do intervalo e sairá da escola pensando na garota de seus sonhos..
Não digo que Isótopos não sejam importantes e relevantes..mas, penso que tudo tem sua hora...
Não adianta tentar domesticar movimento e hormônios agitados, iremos falhar..ou criar adultos inseguros e frustrados. Mais fácil dialogar verdadeiramente com eles.
O meu modelo particular de escola seria assim:
1. Primeiro ninguém deve ser obrigado a frequência, estamos num Estado democrático. Podem existir outras formas de letramento, por que não os próprios pais quando se disserem competentes para isso? Ao invés da obrigatoriedade, a escola deve ser mais atrativa, deve oferecer o que o cotidiano comum não oferece...Ai sim, residirá a criatividade do discurso pedagógico.
2. A permanência de frente à lousa deve diminuir. Não creio que algum adulto consiga ficar sentado naquelas cadeiras duríssimas por mais de duas horas...Creio que se o período fosse, por ex. das 8:00 h às 10:30, daria mais prazer e seria mais aproveitado. Depois poderiam ocorrer aulas práticas como Laboratório de Biologia (primeiro dever-se-ia entender o que é a vida), Hortas (precisamos aprender a nos alimentar) são exemplos...Moléculas devem ser vistas em laboratório, lembrem-se eles só entendem a linguagem dos sentidos, o aguço intelectual só vem depois dessa fase. Só somos brilhantes intelectualmente na chamada Idade da Razão, ou seja, na maturidade.
3. Deveria ter nas escolas aulas de Música Clássica: Quer mais matemática que notas musicais? A música estimula o raciocínio..Deve ter piano, violino, até harpa.
4. Arte e Educação física devem ser exaltadas...
5. Por que não aprender ofícios como carpintaria? Ou web design?



Assim, a escola deveria ter em seu cerne, oficinas pluralistas que possam ajudar na formação conjunta do educando...O período pode ser integral ou parcial mas tem que dar prazer ao aluno. Assim, estaríamos próximos do que Sócrates chama de Paidéia. O aluno, sujeito do conhecimento, precisa ser inteiro.
Precisam orientá-lo não para que no futuro saiba se lembrar de uma equação de Báskara que nunca usou mas para que simplesmente seja feliz quando se tornar adulto. Pessoas felizes não fazem mal aos outros. Ao contrário, pessoas felizes e realizadas, fazem a história são mais tolerantes e compreensivas. Tornam a história melhor.
Infelizmente, a escola trabalha com uma ética que sempre permanece em ideais. Para melhorar a ética, já tão esfacelada nesse país, é preciso antes de qualquer coisa, trabalhar para tornar as pessoas felizes. Ela trabalha no "paralelo".. Um dia já chegou a ditar regras, hoje se transformou em catedrática dela mesma. Na verdade, mantinha-se o que já havia: Pessoas espontaneamente criativas permaneciam assim. Pessoas, que por uma razão ou outra, tinham poucos interesses intelectuais, permaneceram limitadas com algumas variações. E para perceber isso é só olhar em volta..
Um dia disseram que era preciso disciplinar e corrigir e será que as pessoas ficaram melhores? As pessoas não precisam saber tudo de uma vez e no tempo que os adultos organizaram. Doses homeopáticas são necessárias e podem fazer toda a diferença.


Obs: Próxima atualização do blog será em 29/02

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Empirismo..

E a última premissa de Millor é “Todo homem nasce original e morre plágio? Verdade, meia verdade ou falso?

Vamos lá:
Ao nascer, somos uma espécie de Tabula Rasa, como diria O filósofo inglês John Locke (1632-1704). Locke foi um dos percussores do “Empirismo” ou doutrina que acreditava que o processo do conhecer, do saber e do agir é aprendido pela experiência, doravante, pela tentativa e erro..
Assim, a apreensão do mundo se faz pela nossa experiência para com ele. Ao nascer nada sabemos desse mundo, porém, já possuímos sentidos aguçados e esses são os verdadeiros atores de nosso aprendizado..Olhar a história já é um ato de empirismo.
Com o tempo, aprendemos que fogo queima, alguns, mesmo avisados, precisando colocar o dedinho numa vela. De tanto a mamãe colocar a criança no vaso sanitário, ela acaba fazendo suas necessidades lá. De tanto alguém segurar as mãos da criança ela e andar junto com ela, a criança acaba andando sozinha..
De tanto fazer o mesmo trajeto à escola junto com os pais, aprendemos a ir para qualquer lugar sozinho, aprendemos mais, aprendemos a noção de espaço e tempo...
Nossa originalidade na verdade é o não-saber de regras e culturas. Escolas, famílias e Igrejas nos apontam direções e algumas delas serão as que escolheremos. Precisamos adaptar nossa “animalidade” para conviver com os outros, até porque os outros são nossos grupos, peça chave na sobrevivência. O jovem que usa tatoo e percing ao invés de gravatas, está auto-afirmando no mundo tirano dos adultos, mas está experimentado costumes que já existiram ou existem em várias tribos que vieram antes da cultura ocidental.
Na adolescência, somente com muitos erros, é que aprendemos de fato que beber de mais nos causa desconforto e que chorar por um amor platônico é perder vida. E nosso melhor momento no aprendizado geral é na maturidade, depois dos trinta anos...Isso porque nessa altura, já conhecemos muito do mundo.
Diante desse percurso, no final nos percebemos um amontoado de coisas que nos foram impostas. Somos geralmente um retrato de projetos que não eram exatamente nossos, mas, de um sistema em vigor..
Nosso pensamento é uma cópia, assim como nosso caminhar, nosso estilo, e que pensamento não é uma cópia de outro? Sempre alguém influenciou alguém..Não acredito que exista algo tão original que nunca foi pensado ou mesmo feito em outras épocas...
Por outro lado, o que seríamos se não fossemos clones históricos? Nem no estado animal puro seríamos originais..pois agiríamos conforme necessidades mais primitivas que causam a mesma reação no cerne da espécie.
Não somos réplicas ou cópias defeituosas de nós mesmos, mas plágios com alterações e autos-relevos.
Assim nós somos o que os demais de nossa cultura são. Mesmo os que andam na contramão de uma forma ou outra, confirmam o sistema de sua cultura.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Agora irei responder à primeira premissa de MillÖr:

"Democracia é quando eu mando, ditadura é quando você manda"

No cerne político do capitalismo é comum falar em “democracia” e “cidadania”, conceitos irmãos, que cavalgam em nossa história principalmente na oratória.
Mas, o que é democracia?
A palavra "Democracia" tem sua origem na Grécia Antiga (demo significa povo e kracia significa governo). Essa forma de governar foi desenvolvida na cidade de Athenas. Doravante, para os gregos antigos, política era algo muito sério. Entendiam a política como uma ciência superior capaz de reger a vida de todos os cidadãos.
A democracia grega trazia o discurso da “igualdade”. Igualdade perante a lei (isonomia), e igualdade de poder se pronunciar na assembléia (isagoria), ou seja, direito à pronunciar-se.
No entanto, nesse mesmo período, nem todos poderiam votar ou pronunciar-se até porque a Grécia antiga não considerava todos cidadãos como era o caso dos escravos. Mulheres também não tinham direito algum...
E por fim, Sócrates e Platão diziam que ela traria também a demagogia (muito utilizada no Brasil moderno).Demagogia é um termo de origem grega que significa “a arte de conduzir o povo”. Em sua variante a demagogia é uma forma de discursar, teorizar, obter compensações de alguém e nada colocar em prática...
A Revolução Francesa em 1789 tentou implantar um modelo de Igualdade, mas não foi bem assim que tudo aconteceu...
Durante a revolução industrial (principalmente no Sec. XIX) ficou muito comum o termo “democracia”. Houve inclusive uma pressão sob o Brasil escravocata para a abolição. Ela era associada, não apenas a igualdade, mas à liberdade. Porém, isso tudo porque é preciso ser livre para trabalhar e consumir dentro de um sistema...Escravos só dão prejuízos..
Mas, igualdade e liberdade, são conceitos românticos...
Países como EUA, só deram liberdade para negros quase no final do sec. XX...
Ingleses prenderam Mandela na África do Sul e pregavam abertamente a segregação racial...
Sem dizer na miséria que muitos são confinados e nos grandes latifúndios que ainda existem no Brasil...
Drummond dizia em seu poema Favelário Nacional “Somos diferentes e queremos ser sempre diferentes”...Assim, será que Democracia já existiu em algum país de nosso globo?
É fácil ter estátua da liberdade, difícil é tirar mendigos debaixo dela.
Porém, quem são os tiranos?
Veja cristãos eram punidos nas jaulas de leões durante o Império Romano. Depois os papas cristãos condenavam à tortura judeus e pessoas de outras religiões. Depois Stalin matou e aprisionou qualquer um que tivesse ligações religiosas na URSS...Israel, de vítima do Holocausto, é carrasco do povo palestino...
Bem, parece que o poder não apenas corrompe mas muda posições e posturas éticas. Cada um que pode experimentar dele, gosta tanto a ponto de querer cada vez mais pessoas trabalhando para seu sistema..E basta que uma parcela desse poder seja ameaçada já é o suficiente para que seja gerado um plano de defesa, que inclui, é claro, uma dominação de massas que pode incluir desde o uso de forças até meios como articulações de reflexo condicionado que se dão pela mídia...Qualquer informação pode ser manipulada..depende do marketing que ganha....Hitler conseguiu multidões com o Rádio e o jornal...
Assim, fica claro que quem está no poder não quer contrariações e quem está sob esse poder e está sendo explorado, está apenas do outro lado, mas isso não é condição para que se chegar ao mesmo poder que questiona, tenha exatamente ações diferentes...
Fernando Pessoa dizia algo interessante: “Será que tens fome de comida ou da sobremesa alheia?”

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Assistam Dog Ville

Bem, vamos tentar responder às premissas de Millör. Vou começar pela segunda frase:

- "O capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O socialismo é o contrário"

É possível imaginar um sistema político e econômico que não tenha relações com o Capitalismo? Lembrando que o termo "Capitalismo" não tem apenas um referente. Na verdade, podemos distinguir as palavras: Capitalismo, Capitalismo Comercial, Capitalismo Industrial e Capitalismo Financeiro.
O capitalismo começa na Europa nos séculos XI ao XV aproximadamente. Nesse momento, a Europa vivia a situação feudal, porém, também era a época dos Cruzadas, estes representaram a viabilização do comércio entre vários países.
Os governos eram absolutistas e a tarefa maior era garantir o mercantilismo, através de colônias que pudessem representar lucro em ouro e prata. Dai surge, um agente novo nessa relação: O Burguês, que não era nobre, mas conseguia dar fluxo à moeda, fazia-a ir e vir.
Capitalismo, portanto, é o acúmulo de "capital", de moeda e se mantém principalmente pela propriedade privada.
Capitalismo Comercial: Existiu ainda na economia mercantilista, representa os séculos XV à XVIII. Foi marcado pelo período das Grandes Navegações como a de Cabral. É um momento de colonização de África e América para designar o período. Existe circulação de dinheiro através da comercialização além-mar. Mas ainda não há produção, maquinários, definições de trabalho, salvo a mão de obra escrava.
Capitalismo Industrial: Podemos dizer que ele vai dos séculos XVIII até o início do século XX. Nesse período encontramos a primeira máquina à vapor, criada por James Watt que penso particularmente representar o início da tecnologia moderna. Ainda existem impérios mas muitos estão em crise. Houve a Revolução Francesa, marco do papel da burguesia na economia das nações. As primeiras indústrias vão surgindo e se aprimorando cada vez mais, trabalhadores, antes apenas rurais, agora começam a aprender usar máquinas. As escolas aumentam também (antes eram apenas para as elites). O campo começa a ser trocado pelas cidades que prometem trabalho. E o trabalhador inicia um novo projeto, agora tem um salário. Mas qual o salário? Quanto vale sua força de trabalho? QUais as condições de trabalho? O filósofo Karl Marx é desse período e faz uma ilustre crítica em sua obra: "O capital". Interessante é que a primeira vez que se institui sindicatos e as categorias trabalhistas se unem com o mesmo objetivo.
O dinheiro agora não está nas mãos de um Senhor Feudal ou de um nobre protegido por uma coroa real, mas nas mãos de burgueses, de quem podia não apenas comercializar, mas também fabricar bens de consumo.
Capitalismo Financeiro: Já vem no período posterior que é marcado pelo capital concentrado nas mãos de grandes coorporações e das famosas "sociedade anônimas", ou seja, S.A. Assim, os bancos, por ex, passam a ter grande poder sobre a economia..Nesse contexto, o capital é finalmente internacionalizado. Um outro exemplo significante do período são as Multi-nacionais, presentes em vários países, mas, com sedes únicas no país de origem.
Muitos foram os críticos do sistema capitalista, que já vimos evolue ao longo da história, mas sempre deixa sequelas sociais. Afinal, há sempre a presença de riqueza e miséria, antagonicamente paralelas.
Nos dias atuais presenciamos a Globalização em tese deveria ser a união de recursos e isso incluiria uma melhora nas regiões demográficas mais carentes.
Porém, ainda assistimos à antagonismos e a explorações...
No entanto, e o sistema socialista? "Socialismo" também não é um termo elementar.
Podemos dizer a priori que seria uma teoria que se volta contra a exploração e às desigualdades, ou mesmo, que seria uma teoria voltada não para o lucro, mas para o bem-estar da população. Temos, por ex, as seguintes teorias: Socialismo Utópico (sec. XIX-XX) e o Socialismo Crítico (Sec. XIX e XX).
O socialismo prevê, entre outros, o controle da sociedade privada, mas isso não quer dizer necessariamente "Comunismo". O socialismo necessita que Estado exerça o controle econômico. Já o Comunismo, ou, Socialismo Crítico, idealizado por Karl Marx, no final do sec. XIX, prevê que a própria classe trabalhadora detenha esse poder.
Um dos paises que tentaram incorporar as idéias de Marx foi a Rússia, que de império se torna uma República Socialista em 1917. Lá o Estado tinha total controle. No entanto, na prática ainda houve explorações e principalmente controle de liberdades individuais. Doravante, saúde, transporte e emprego eram responsabilidade total do Estado.
Em si a ideologia socialista é positiva quando prevê o final das desigualdades..Porém, dificil demais essa prática, principalmente se o Estado tiver controle soberano.
Os trabalhadores explorados pelos Csares, tornaram-se explorados por Lênin.
Em Cuba, os trabalhadores tiveram muitos direitos físicos, muito mais que na época de Fugêncio Batista, mas, perderam o direito de expressão e a miséria também existe lá, o país não conseguiu a produção interna necessária.
Parece-me que miséria, exploração e corrupção, independe de correntes econômicas. Nesse momento é bom citar Hobbes quando diz que o "homem é o lobo do homem"..
Assim, penso que o problema não é especificamente o sistema sócio-econômico que uma nação apresenta, mas fundamentalmente o próprio sujeito do processo, o homem, que em sua essência primitiva, ainda tem psiquê primata, mantém uma sociedade onde os fortes ainda dominam os fracos..os explorando.
Mesmo com toda a evolução estamos marcados pelas diferenças gritantes e talvez seja porque já nascemos diferentes. E quando digo "mais forte", não estou dizendo, em síntese, o mais rico. Um traficante em uma comunidade pode ser o mais forte, uma babá pode ser mais forte que a mãe da criança quando ela tem mais tempo, etc...Parece que o mais forte é alguém que detém uma ferramenta que nem todos têm, essa pode inclusive ser o conhecimento e nem precisa ser sofisticado, basta ser um pouco a mais...
Pessoas sem recursos também podem explorar outras pessoas. Sobre isso, seria interessante assistir ao filme "Dog Ville" de Lars Von Trier, de 2004.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Pense e responda...

Millor Fernandes é um dos raros cérebros que sabe tanto a ponto de fazer humor. Humor é coisa de pessoas extra-inteligentes..que não precisam de faculdades e até mesmo de escolas para obter conhecimento. É a categoria dos auto-didatas, uma classe, aliás, que deveria ser mais reconhecida porque prova ao longo da história seu valor.
Doravante, você concordaria com as afirmações do filósofo abaixo?:


- Democracia é quando eu mando, ditadura é quando você manda
- O capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O socialismo é o contrário
- Todo homem nasce original e morre plágio