sexta-feira, 24 de junho de 2011

René Descartes

Agora vamos começar a responder as perguntas do último post.
Podemos iniciar com Renè Descartes (1596/1650), filósofo e matemático francês, que viveu durante a Idade Moderna. Muito conhecido na Matemática pelo notório “Plano Cartesiano”, um sistema de coordenadas.
Viveu numa época marcada pelas guerras religiosas entre Católicos e Protestantes na Europa - a Guerra dos 30 anos.
A partir de Descartes inaugurou-se o chamado Racionalismo.
O que seria o Racionalismo?
A princípio seria uma corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio, que é a operação mental, discursiva e lógica.
Bem, para ele, a dúvida era o primeiro passo para se chegar ao conhecimento. Sem dúvidas, não podemos dizer que é algo é verdadeiro, não é mesmo? Assim, a dúvida só deve deixar de existir quando surgirem ideias claras e distintas.
Só se pode dizer que existe aquilo que puder ser provado. Essa última premissa ajudou e muito as atividades da Ciência.
Assim, ele cria o chamado Método:
Podemos dividi-lo em 4 regras básicas:
1. Verificar se existem evidências reais e indubitáveis acerca do fenômeno ou coisa estudada;
    1. Analisar, ou seja, dividir ao máximo as coisas, em suas unidades mais simples e estudar essas coisas mais simples
    2. Sintetizar: ou seja, agrupar novamente as unidades estudadas em um todo verdadeiro;
    3. Enumerar todas as conclusões e princípios utilizados, a fim de manter a ordem do pensamento.
Podemos então perceber que ele coloca Ordem e Rigor no que pretende conhecer.
Nós podemos colocar a existência de tudo em dúvida, mas então o que sobraria? Bem, “se eu estou aqui pensando, então eu existo”, “Penso, logo existo”
Repare o caráter da Idéia em seu pensamento. Há algo que não precisamos colocar em dúvida? Sim, as ideias inatas:
Estas ideias inatas são claras e distintas, não são inventadas por nós, mas produzidas pelo entendimento sem recurso à experiência. Elas subsistem no nosso ser, em algum lugar profundo da nossa mente, e somos nós que temos liberdade de as pensar ou não. Representam as essências verdadeiras, imutáveis e eternas, razão pela qual servem de fundamento a todo o saber científico (1).
São consideradas ideias inatas a existência de Deus e as certezas matemáticas. Essas não precisam passar pelo Método acima citado.

Para ver mais (1)
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/descartes/racionalismo.htm

terça-feira, 21 de junho de 2011

Perguntas

Perguntas para refletir:

1. De onde surgem nossas idéias sobre as coisas? Seria da experiência sobre sobre as coisas?

2. A idéia sobre as coisas se forma a partir da experiência de nosso dia-a-dia?

3. Existe idéia inata, ou seja, que está no sujeito, sem que este precise ter algum tipo de experiência?

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Educação hoje: Neoliberalismo

Aos educadores e alunos que pensam e tem dúvidas sobre a Educação no Brasil, sugiro que leiam esse texto : Educação, Globalização e Neoliberalismo: O debate precisa continuar, de Robinson dos Santos Y Antonio Inacio Andrioli.
O link é esse:

http://www.rieoei.org/deloslectores/905Santos.pdf