quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Análise de Tela

Essa tela se chama "Persistência da Memória" é do pintor surrealista Salvador Dali  que a concluiu em 1931. Notem a figura dos relógios. O que essa metáfora artística quer dizer?

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O mundo de Sofia

Um antigo, mas interessante livro de Filosofia:

O livro intitulado O Mundo de Sofia é um romance envolvente que, de forma natural e didática, introduz a História da Filosofia dando rápidas pinceladas sobre o seu desenrolar no Ocidente. Levanta as principais questões estudadas pelos pensadores de todos os tempos, vivo exemplo da inquietude humana e da instintiva busca por referenciais de conduta: Deus, o Universo, o Homem, a Sociedade e a História.
Sofia Amudsen, personagem central de O Mundo de Sofia, é uma jovem estudante que vê a sua vida mudar completamente por conta de cartas anônimas com as mais diversas questões existenciais: Quem é você? De onde você vem? Como começou o mundo? Ao escrever de forma nada erudita, com narrativas em estilo romancista, o escritor Jostein Gaarder nos conduz ao fantástico mundo da história da filosofia e o que se apresentava antes como intangível e misterioso se revela diante de nossos olhos como fascinante e indispensável: a filosofia.

domingo, 11 de setembro de 2011

A moral em Kant

Vamos falar um pouco da moral em Kant?

Mas, primero, o que entendemos por moral?
Podemos dizer que moral é o que se trata do conjunto de valores, de normas e de noções do que é certo ou errado, proibido e permitido, dentro de uma determinada sociedade, de uma cultura.
E o que é ética?
O termo "ética" é de origem grega, derivada de ethos, que diz respeito ao costume, aos hábitos dos homens. Teria sido traduzida em latim por mos ou mores (no plural), sendo essa a origem da palavra moral.
Ética e moral são sinônimos?
Não! "Moral" é prática de uma ética. Ética é a concepção e moral é a prática. A ética tende a ser universal e não particular.
Agora chegamos ao famoso conceito do "imperativo categórico", que é um dos principais elementos da filosofia de Immanuel Kant. Sua ética e moral têm como base esse preceito. Para o filósofo alemão, imperativo categórico é o dever de toda pessoa de agir, conforme os princípios que ela quer que todos os seres humanos sigam, que ela quer que seja uma lei da natureza humana. Dessa forma, ele chega ao cerne da moralidade. Assim, política está submetida ao imperativo categórico da moral, através da ideia de Estado de Direito, que consiste precisamente na submissão do poder ao direito e da submissão do direito à moral. 
Kant afirma o papel da razão na ética. Naturalmente, o homem não é bom, como notara Jean Jackes Rousseau. Consequentemente, deverá haver o apelo ao racional.
Devemos agir, como se nossa ação, pudesse servir de exemplo para todos, de forma universal.
O agir deve ser racional.
Dito de outra forma, a razão formula os deveres e o homem os obedece.
Agora podemos falar em cidadania:
"Para Kant, cidadania é o mesmo que autonomia, aquilo que permite conciliar a ordem com a liberdade e que só pode efetivar-se através da subversão do direito. É a submissão à autoridade que cada um dá a si mesmo, pelo que importa rejeitar a liberdade sem ordem (anarquia), bem como a ordem sem liberdade (despotismo). " (*) (http://topicospoliticos.blogspot.com/2004/10/imperativo-categrico-o-que.html.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O que é inteligência?

Sinceramente penso que quem se auto proclama "inteligente"  desconhece o conceito em essência. Esse termo já foi utilizado para segregar e elitizar, por que não dizer para direcionar preconceitos? Mesmo que alguém saiba matemática, física, química, astrofísica, aramaico e grego, mas não saiba interagir com seu vizinho, por que seria inteligente?
Inteligência é um conjunto de aptidões, dons,  poder de adaptação e poder de diálogo com a própria espécie.
Vejamos o que a "tia Wiki", fala sobre inteligência:
"O psicólogo Howard Gardner desenvolveu a teoria das inteligências múltiplas, identificando sete diferentes tipos inteligência: lógico-matemática, linguística, espacial, musical, cinemática, intrapessoal e interpessoal. Mais recentemente, Gardner expandiu seu conceito acrescentando à lista a inteligência naturalista e a inteligência existencial.
Daniel Goleman e outros investigadores desenvolveram o conceito de inteligência emocional e afirmam que esta inteligência é pelo menos tão importante quanto a perspectiva mais tradicional de inteligência. A inteligência emocional proposta por Goleman pode ser visualizada nas inteligências intrapessoal e interpessoal, propostas por Gardner.
Os proponentes das teorias de múltiplas inteligências afirmam que a teoria g é no máximo uma medida de capacidades académicas. Os outros tipos de inteligência podem ser tão importantes como a g fora do ambiente de escola. Conforme foi dito acima, qualquer que seja o nível de abrangência de um teste ou de vários testes, haverá um fator principal g, que explica grande parte da variância total observada na totalidade de itens ou na totalidade de testes.
Se forem elaborados 7 a 9 testes para aferir as 7 a 9 inteligências, ficará patente que desse conjunto também emerge um fator geral que representa, talvez, mais de 50% da variância total. Se fossem considerados os 120 tipos de inteligência propostos por Guilford, também haveria um fator comum g que poderia explicar grande parte (talvez 50% ou mais) da variância total de todas essas habilidades (ou inteligências)." -( Fonte: www.pt.wikipedia.org/wiki/inteligência)


 

" A única coisa que sei é que nada sei" - Sócrates